Cada escritora/escritor, um caminho.

Cada escritora/escritor, um caminho.


Não há um escritor cujo caminho seja igual ao do outro. Como não há uma vida igual à outra. Nesse sentido, qualquer régua de comparação que não seja a nossa própria é uma régua absurda. Só é possível medir-nos com nós mesmos, ver em que parte começamos e onde estamos; que livro fiz e que livro faço; como publiquei e como publico. Na comparação com outros caminhos corremos o sério risco de desconsiderar um caminho original, vitórias pessoais, evoluções ou até mesmo fracassos. Mas fracassar diante de si mesmo. Vencer diante de si mesmo. Se não controlamos as variáveis, como podemos querer um destino igual ao do outro? Existem muitos modos de caminhar. Diferentes modos no caminho literário também. Não necessariamente melhor ou pior, diferente. 





Foto: eu e a amiga e ceramista Marise Aquino, no lançamento de Só, com peixes, em 2015, no Letras e Ponto, da querida poeta Dagmar Braga.

 

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